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	<title>Monica Lage &#187; Nasrudin &amp; Rumi</title>
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		<title>Do dinheiro</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 20:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Lage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nasrudin & Rumi]]></category>
		<category><![CDATA[mullah]]></category>
		<category><![CDATA[nasrudin]]></category>

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		<description><![CDATA[O mullah Nasrudin ia toda semana esmolar na feira, e era considerado um idiota: sempre que as pessoas lhe mostravam uma moeda grande e uma pequena, Nasrudin pegava a pequena.
Um senhor generoso, cansado de ver as pessoas rirem de Nasrudin, explicou-lhe: “Sempre que lhe oferecerem duas moedas, escolha a maior. Assim terá mais dinheiro, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2356" title="Nasrudin" src="http://www.monicalage.com.br/wp-content/uploads/2009/10/191009-nasrudin.gif" alt="Nasrudin" width="300" height="301" />O mullah Nasrudin ia toda semana esmolar na feira, e era considerado um idiota: sempre que as pessoas lhe mostravam uma moeda grande e uma pequena, Nasrudin pegava a pequena.</p>
<p>Um senhor generoso, cansado de ver as pessoas rirem de Nasrudin, explicou-lhe: “Sempre que lhe oferecerem duas moedas, escolha a maior. Assim terá mais dinheiro, e não será considerado idiota pelos outros”.</p>
<p>“O senhor deve ter razão”, respondeu Nasrudin. “Mas se eu sempre escolher a moeda maior, as pessoas vão deixar de me oferecer dinheiro, para provar que sou mais idiota que elas. E, desta maneira, deixarei de ganhar meu sustento. Não há nada de errado em se passar por tolo, se na verdade o que você está fazendo é inteligente”.</p>
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		<title>Vem &#8211; Conversamos através da alma</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 14:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Lage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nasrudin & Rumi]]></category>
		<category><![CDATA[alma]]></category>
		<category><![CDATA[rumi]]></category>

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		<description><![CDATA[Vem.
Conversemos através da alma.
Revelemos o que é secreto aos olhos e ouvidos.
Sem exibir os dentes, sorri comigo, como um botão de rosa.
Entendamos-nos pelos pensamentos, sem língua, sem lábios.
Sem abrir a boca, contemo-nos todos os segredos do mundo, como faria o intelecto divino.
Fujamos dos incrédulos que só são capazes de enteder se escutam palavras e veêm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2211" title="Rumi" src="http://www.monicalage.com.br/wp-content/uploads/2009/09/260909-rumi.jpg" alt="Rumi" width="200" height="247" />Vem.<br />
Conversemos através da alma.<br />
Revelemos o que é secreto aos olhos e ouvidos.<br />
Sem exibir os dentes, sorri comigo, como um botão de rosa.<br />
Entendamos-nos pelos pensamentos, sem língua, sem lábios.<br />
Sem abrir a boca, contemo-nos todos os segredos do mundo, como faria o intelecto divino.<br />
Fujamos dos incrédulos que só são capazes de enteder se escutam palavras e veêm rostos.<br />
Ninguém fala para si mesmo em voz alta.<br />
Já que todos somos um, falemos desse outro modo.<br />
Como podes dizer à tua mão : &#8220;toca&#8221;, se todas as mãos são uma?<br />
Vem, conversemos assim.<br />
Os pés e as mãos conhecem o desejo da alma.<br />
Fechos pois a boca e conversemos através da alma.<br />
Só a alma conhece o destino de tudo, passo a passo.<br />
Vem, se te interessas, posso mostrar-te.</p>
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		<title>O peixe que salvou uma vida</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 14:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Lage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mestres]]></category>
		<category><![CDATA[Nasrudin & Rumi]]></category>
		<category><![CDATA[nasrudin]]></category>
		<category><![CDATA[yogue]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasrudin passa diante de uma gruta, vê um yogue meditando, e pergunta o que ele estava buscando.
“Contemplo os animais, e aprendi deles muitas lições que podem transformar a vida de um homem”, diz o yogue.
“Pois um peixe já salvou minha vida”, responde Nasrudin. “Se você me ensinar tudo o que sabe, eu lhe conto como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Nasrudin passa diante de uma gruta, vê um yogue meditando, e pergunta o que ele estava buscando.</p>
<p>“Contemplo os animais, e aprendi deles muitas lições que podem transformar a vida de um homem”, diz o yogue.</p>
<p>“Pois um peixe já salvou minha vida”, responde Nasrudin. “Se você me ensinar tudo o que sabe, eu lhe conto como foi”.</p>
<p>O yogue espanta-se: só um santo pode ter a vida salva por um peixe. E resolve ensinar tudo que sabe.</p>
<p>Quando termina, diz Nasrudin: “Agora que ensinei tudo, ficaria orgulhoso em saber como um peixe salvou sua vida”.</p>
<p>“É simples”, responde Nasrudin. “Eu estava quase morrendo de fome quando o pesquei, e graças a ele pude sobreviver três dias”.</p></blockquote>
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		<title>O sabor de perder</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 13:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monica Lage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nasrudin & Rumi]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[nasrudin]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.
- O que o preocupa? &#8211; quis saber.
- Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo.
Entretanto, todas as pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-461" title="Nasrudin" src="http://www.monicalage.com.br/wp-content/uploads/2009/02/23-02-2009-nasrudin.jpg" alt="Nasrudin" width="262" height="287" />Nasrudin viu um homem sentado na beira de uma estrada, com ar de completa desolação.</p>
<p>- O que o preocupa? &#8211; quis saber.</p>
<p>- Meu irmão, não existe nada interessante na minha vida. Eu tenho dinheiro suficiente para não precisar trabalhar e estava viajando para ver se havia alguma coisa curiosa no mundo.</p>
<p>Entretanto, todas as pessoas que encontrei nada tem de novo para me dizer, e só conseguem aumentar meu tédio.</p>
<p>Na mesma hora, Nasrudin agarrou a mala do homem e saiu correndo pela estrada. Como conhecia a região, rapidamente conseguiu distanciar-se dele, pegando atalhos pelos campos e colinas.</p>
<p>Quando se distanciou bastante, colocou de novo a mala no meio da estrada por onde o viajante iria passar e escondeu-se por detrás de uma rocha. Meia hora depois o homem apareceu, sentindo-se mais miserável que nunca, por causa do ladrão que encontrara.</p>
<p>Assim que viu a mala, correu até ela e abriu-a, ofegante. Ao ver que seu conteúdo estava intacto, olhou para o céu cheio de alegria, e agradeceu ao Senhor pela vida.</p>
<p>“Certas pessoas só entendem o sabor da felicidade, quando conseguem perdê-la”, pensou Nasrudin, olhando a cena.</p>
]]></content:encoded>
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